sexta-feira, 15 de outubro de 2010

29º Domingo do Tempo Comum


Levanto os meus olhos para os montes: donde me virá o auxílio? O meu auxílio vem do Senhor, que fez o céu e a terra.
Não permitirá que vacilem os teus passos, não dormirá Aquele que te guarda.
Não há-de dormir nem adormecer aquele que guarda Israel.
O Senhor é quem te guarda, o Senhor está a teu lado, Ele é o teu abrigo.
O sol não te fará mal durante o dia, nem a luz durante a noite.
O Senhor te defende de todo o mal, o Senhor vela pela tua vida.
Ele te protege quando vais e quando vens, agora e para sempre. Salmo 120 (121)

A Palavra que a liturgia deste domingo nos apresenta convida-nos a manter com Deus uma relação estreita, uma comunhão íntima, um diálogo insistente: só dessa forma será possível ao crente aceitar os projetos de Deus, compreender os seus silêncios, respeitar os seus ritmos, acreditar no seu amor.

O Evangelho sugere que Deus não está ausente nem fica insensível diante do sofrimento do seu Povo… Os crentes devem descobrir que Deus os ama e que tem um projeto de salvação para todos os homens; e essa descoberta só se pode fazer através da oração, de um diálogo contínuo e perseverante com Deus.

A primeira leitura dá a entender que Deus intervém no mundo e salva o seu Povo servindo-Se, muitas vezes, da ação do homem; mas, para que o homem possa ganhar as duras batalhas da existência, ele tem que contar com a ajuda e a força de Deus… Ora, essa ajuda e essa força brotam da oração, do diálogo com Deus.

A segunda leitura, sem se referir diretamente ao tema da relação do crente com Deus, apresenta uma outra fonte privilegiada de encontro entre Deus e o homem: a Escritura Sagrada… Sendo a Palavra com que Deus indica aos homens o caminho da vida plena, ela deve assumir um lugar preponderante na experiência cristã.

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