quinta-feira, 5 de abril de 2012

O Sudário de Turim desafia a ciência (II)

A imagem do Santo Sudário, impressa em negativo (caso único e noção desconhecida no mundo, antes do século XIX) foi produzida pela desidratação superficial das fibras (os fios do tecido compreendem de 10 a 12 fibras), sem qualquer indício de intervenção humana (nenhum sinal de pintura nem de qualquer corante), e a densidade das fibrilas coloridas (que estão, num mesmo perímetro, algumas completamente coloridas e outras parcialmente ou absolutamente sem cor!) é função da distância do corpo que teria sido colocado, sem efeito da gravidade e sem que seu peso a calcasse, a alguns centímetros da Mortalha. A imagem não se formou sob manchas de sangue; ela surgiu depois. A forma do corpo corresponde mais a uma projeção ortogonal sobre um tecido perfeitamente plano (fenômeno incompreensível que exclui, definitivamente, a hipótese de uma causa natural vinda de um contato do tecido com o corpo, pois a imagem teria se deformado). E a impressão do pano foi produzida por uma irradiação, por uma emanação desconhecida, sem apresentar vestígios de queimadura. Todas estas características impossibilitam que tal imagem seja reconstituída hoje, mesmo com as mais modernas técnicas. Não há pintura no tecido (nem um único pigmento), nem gravuras (nenhuma deformação). Esta é a única imagem conhecida que possui tais características (ela é negativa, plana, isótropa e tridimensional). Se a imagem tivesse sido confeccionada por um falsário, tal procedimento desconhecido teria sido utilizado uma única vez, e este falsificador teria criado propriedades incompreensíveis para si próprio, para seus contemporâneos e, igualmente, para a nossa geração! O estudo dos pigmentos mostra, além disso, que as manchas de cor castanha são, realmente, sangue humano, do tipo AB, misturadas a outras auréolas de soro, somente visíveis com a ajuda de raios ultravioleta, e que provêm de feridas verdadeiras: Então, incontestavelmente, o tecido não teria tido contato com um corpo real. Este corpo flagelado, crucificado, coroado de espinhos, com o rosto espancado, ferido nos ombros, e este coração trespassado, aberto com uma chaga escancarada (que não se fechou após a morte), corresponde, perfeitamente, ao relato dos Evangelhos. Todas as representações anteriores ao século XX mostram os pregos em suas mãos, porém, no Sudário, o encravamento aparece nos punhos, o que cientificamente é correto. E, em hebraico, a palavra mão (Yad) inclui o punho. 


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